Subsídios para combustíveis renováveis podem iniciar a revolução da energia limpa

De acordo com o Instituto Internacional de Desenvolvimento Sustentável (IISD), substituir subsídios de combustíveis fósseis para apoiar os renováveis pode iniciar uma revolução da energia limpa e propagar a descarbonização da economioa global.

Apesar das nações do G20 comentarem desde 2009 sobre a importância de cortar subsídios desnecessários para combustíveis fósseis, eles continuam a ser muito maiores do que os para recursos renováveis.

Muitos destes subsídios estão concentrados em países produtores, como Arábia Saudita, e países que utilizam carvão, como a Indonésia, que controlam o preço do combustível a 75% do preço do mercado. Essas informações completam o estudo recente que mostra que 112 nações ainda colocam subsídios para os combustíveis fósseis.

O estudo mostra que uma troca de 30% para fontes renováveis desencadearia uma redução de emissões entre 11 e 18%. Segundo o secretário geral da ONU, António Guterres, “estamos utilizando dinheiro de impostos para aumentar furacões, secas, derreter geleiras e destruir o mundo.”

Fonte Switching fossil fuel subsidies to support renewables could unleash a clean energy revolution and propel the decarbonisation of the global economy, according to a new report from the International Institute for Sustainable Development (IISD).

Despite G20 nations pledging every year since 2009 to phase out unnecessary fossil fuel subsidies, they continue to far outstrip equivalent support for renewable resources.

Much of this subsidy is concentrated in prominent oil-producing countries, such as Saudi Arabia, and coal-using countries, such as Indonesia, which caps the cost of the fuel at 75 per cent of the market rate, the study shows. Such findings echo those of a recent REN21 report, which showed 112 nations subsidise fossil fuel prices.

The study shows that a 30 per cent swap to renewables would trigger an emissions reduction of between 11 and 18 per cent. It adds to a growing sense of urgency around the issue, which was highlighted by UN secretary general António Guterres in May. “What we are doing is using taxpayers’ money – which means our money – to boost hurricanes, to spread droughts, to melt glaciers, to bleach corals. In one word: to destroy the world,” he said at the time.

 

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