Como proteger 97 mil hectares da Floresta Amazônica com a compensação de emissões da sua empresa

Por conta dos altos índices de desmatamento que acompanhamos nos últimos anos e de sua contribuição significativa para as mudanças climáticas, a compensação a partir de projetos de REDD (Redução das Emissões decorrentes por Desmatamento e Degradação Florestal) tem ganhado relevância no cenário internacional.

De fato, de acordo com dados do GHG Protocol Brazil, as emissões provenientes de “Mudanças no Uso do Solo”, onde se enquadram os desmatamentos e degradações, tiveram crescimentos acentuados. Apenas em 2019 foram mais de 775.603,55 tCO2e.

projeto Marajó

Com o intuito de cumprir suas metas de neutralidade de carbono, as empresas têm valorizado cada vez mais os créditos de carbono provenientes de iniciativas que mantém a floresta em pé. E por consequência, esses projetos também têm sido valorizados no mercado de carbono.

E nesse quesito, o Brasil ganha ampla vantagem. Apenas os projetos de REDD da Sustainable Carbon conservam mais de 200 mil hectares de floresta, especialmente na Região Amazônica.

Um exemplo é o Projeto Marajó Amazon REDD, uma das iniciativas que compõem nosso portfólio de projetos de redução que juntos conservam mais de 200 mil hectares de Floresta.

Marajó Amazon REDD

projeto marajó

O projeto sozinho conserva aproximadamente 90.000 hectares do bioma Amazônia no interior da Ilha do Marajó, localizado a 30 horas de barco de Belém, em uma das regiões de maior vulnerabilidade social e com baixíssimo Índice de Desenvolvimento Humano no Brasil.

Hoje, mais de 100 famílias residem na área do projeto e dependem dos recursos naturais para subsistência, além de usufruir das fontes de renda alternativas e do desenvolvimento sustentável proporcionados pela iniciativa.

O trabalho do Carbono Social incentiva o reinvestimento de parte da renda proveniente dos créditos de carbono em benefícios socioambientais. Tudo isso de forma alinhada com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (SDGs).

No total, já foram reduzidas 1.448,333 tCO2E (toneladas de carbono equivalentes) durante 10 anos de atuação e nos próximos 20 anos, o projeto deverá evitar 942,324 tCO2E. O Projeto Marajó é de suma importância para a conservação do bioma no Estado do Pará.

Sobre compensação

Uma empresa pode adotar várias iniciativas para reduzir as emissões, mas ainda assim suas operações emitirão Gases de Efeito Estufa (GEE). E é nesta situação que entram as compensações de carbono.

Em suma, a iniciativa visa criar um intercâmbio entre projetos que geram créditos de carbono – por reduzir suas emissões através de n atitudes – e quem precisa compensar suas emissões residuais, para que haja compra de créditos de carbono.

É importante frisar que essa estratégia não deve ser isolada para a empresa. Ela deve fazer parte de uma gestão corporativa de mudanças climáticas e agir como uma contribuição importante do setor privado para o cumprimento da Agenda 2030.

Que tal compensar a partir de crédito de carbono gerados pelo Ecomapuá? Seja você também um agente de redução das emissões.

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